terça-feira, 30 de julho de 2013

O amante da minha mãe

Não é novidade pra ninguém que meu pai vive em Brasília trabalhando pra políticos e nos deixa sozinhas. Vem uma vez por mês, as vezes duas, mas quase nem nos dá atenção.
Minha mãe vive dizendo que ele acabou se impregnando pelas safadezas dos chefes dele.
Bom, também não é novidade que nos duas somos cúmplices. Eu sei dos casos dela e ela não se mete na minha vida.
Já tem quase três meses que minha mãe arranjou um novo namorado. Ele toma conta de uma obra e é um negro alto e forte e muito sem vergonha. Se chama Nelson Deve ter uns 50 anos.
Outro dia eu ouvi do meu quarto, quando ele disse pra minha mãe: – E ai? Quando é que eu vou comer essa sua bunda?
Quando minha mãe me apresentou ele o cara me olhou de cima em baixo com uma cara de safado, que eu fiquei toda sem graça, apesar de gostar muito.
Já faz um tempinho, quando cheguei da balada e estava indo pro meu quarto escutei o gemido dele vindo do banheiro. Até pensei que a minha mãe estava junto. Entrei bem devagarinho e espiei no banheiro, vi que o Nelson estava com aquela tora dele na mão tocando uma punheta deliciosa, e adivinhem o que ele tinha na mão? Uma das minhas calcinhas. Cada vez que ele cheirava ela, ele tocava mais forte a punheta e esfregava ela naquela tora negra. Pra ele não perceber que eu estava ali sai em silêncio e fui pro meu quarto.
No dia seguinte, acordei e fui direto no banheiro para ver a minha calcinha, o safado tinha gozado nela. Nossa, ele deixou ela todinha melada com aquela porra grossa e com um cheiro muito forte.
Daquele dia em diante, passei a deixar minhas calcinhas usadas no banheiro e quase sempre elas aparecem reviradas ou gozadas. É claro, que nem falei pra minha mãe, né? Mas só de pensar que negro enorme toca punheta cheirando as minhas calcinhas e pensando que está metendo em mim já me dá maior tesão. Confesso que fiquei também na maior inveja só de pensar que aquele negão ia comer a bunda da minha mãe!
Falando sério, só quem já deu a bundinha pra saber o quanto é bom. Sentir um cacete ir abrindo o anelzinho, perceber ele ir dilatando e engolindo uma coisa dura e grossa bem devagarinho, depois ainda por cima sentir um cacete entrando e saindo até o final de dentro do cuzinho e ir apertando ele com as preguinhas…afff! É uma loucura única! Sem falar que ainda tem uns doidos que agarram a gente com o braço em volta da cintura ou grudam as mãos e ainda gozam dentro do nosso buraquinho? Nem vou falar nada! Simplesmente eu adoooorooo!!!!
Bem, toda vez que ele está em casa sempre rola uma troca de olhares, mas minha mãe nem sonha. Eu sempre procuro deixar ele excitado, passando de baby dool na frente dele, de shortinho bem bem cavado e atolado na minha bundinha, sempre dou um jeito de me trocar de porta semi aberta, tipo essas coisas. Sei que isso deixa ele muito excitado, pois já vi ele de cacete duro várias vezes por baixo da roupa, na minha frente. Apesar de tudo, eu jamais trairia a minha mãe porque somos muito amigas mesmo!
A mais ou menos uns dez dias atrás eu ia caindo da escada e realmente se ele não estivesse atrás de mim eu acabaria caindo. Só me lembro que tropecei e desci como pude os degraus e ele me agarrou por traz encostando aquele cacetão durão na minha bundinha enquanto suas mãos me amassavam os peitinhos que já estavam com os biquinhos tão duros que até doíam Pela primeira vez eu senti o cheiro, a pegada e o corpo do macho da minha mãe em mim. Ainda me segurando ele falou bem pertinho do meu ouvido:- Você se machucou? Tá tudo bem? Eu me fazendo de desentendida respondi: – Obrigada! Está sim! Aos poucos senti aquela coisa grossa e dura ir se desencostando de trás do meu shortinho e ele foi me soltando.
Quase tive um treco naquele instante pois minhas pernas começaram a tremer e meu coração parecia que ia sair pela minha boca enquanto minha xaninha foi se molhando toda, de tesão, e acabou por escorrer pelas minhas coxas. O pensamento de receber na minha xaninha aquela tora toda me deixava completamente doida. Como eu não podia ter ele, naquela hora resolvi que quando eles fossem transar eu iria espiar…nem que fosse só um pouquinho.
Quando a minha mãe chegou, eu estava na cozinha e ouvi ela dizer pra ele lá na sala: – Hoje eu vou te dar o que você me pediu! Pensei comigo…tinha que ser hoje!
Ela foi pro quarto, tomou um banho e saiu usando uma camisola bem curtinha e transparente só de calcinha por baixo. Da cozinha eu pude ver quando ela sentou no colo dele e foi logo agarrada e beijada por aquele negão.
Enquanto ele a beijava vi ela rebolando e se esfregando toda no colo dele. Ah! Como eu desejei ser ela naquele momento. Minha xaninha babava de tanto tesão e eles pareciam ignorar que eu estava ali na cozinha.
Não demorou muito ele levantou do sofá, pegou ela no colo subiram as escadas e foram na direção do quarto. Eu dei um tempo e subi bem devagarinho. Eu acho que eles de propósito deixaram a porta do quarto entre aberta. Fui olhando lentamente e vi quando ela ajoelhada na frente dele, e ele já nu, abocanhou aquela tora , mas devido a grossura conseguia colocar na boca só a cabeça e um pouquinho mais , o que sobrava para fora da boca ela podia ainda segurar com as duas mãos .Ela chupava com vontade , querendo de qualquer jeito abocanhar aquele cacete todo com a boca , chegando a se engasgar muitas vezes .Ela chupava aquela coisa negra como uma desesperada por rola. O Nelson segurava na cabeça dela e falava: – Chupa! Chupa o meu caralho que hoje eu vou comer seu cu! Ela tirou aquilo tudo da boca, ficou segurando e olhando pra ele respondeu toda dengosa: – Ai bem, não fala desse jeito! Já pensou se a minha filha escuta? Ele olhando com cara de safado pra ela, disse para o meu espanto: – Foda-se! Se ela escutar e quiser, eu como o cu dela também! Minha mãe, segurou bem forte o cacete negro dele e falou: – Credo! Tadinha dela! Você teria coragem de fazer isso com ela? E eu, como é que fico?
Ele então socou o cacete na boca dela de novo fazendo ela engasgar e disse: – Fica a dona do meu caralho como sempre! Só que eu ia adorar foder mãe e filha! Duas gostosas!
Dessa vez ela não falou nada e apenas continuou mamando aquela tora negra como uma bezerrinha. Não sei se ela desconversou ou se aquilo era um bom sinal.

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